O cara de pau
Pois então.
Eu, Patricio, não satisfeito com meu supremo monopólio, quis cantar numa música (e fazer backing em outras
). Não é por ego, mas são músicas que são muito pessoais pra mim, o que fecha com o conceito de ser pelo menos uma das pessoas a contar a história, já que fui eu quem vivi.
Minhas habilidades vocais são limitadas, e nunca me enganei quanto a isso.
Fiz meu aquecimento, e comecei pelos backings de Dama.
O grave estava bem encorpado, e a dicção e pronuncia iam melhorando conforme ia esquentando. Chamei o Eric pra pilotar a nave enquanto eu cantava. Assim poderia focar em fazer uma coisa bem feita, e teria uma criatura pra provar que eu cantei de verdade, sem usar auto tunes da vida e etc. (ego ego ego)
Cansei de Dama rápido. Começou a travar, e achei melhor trocar de música.
No Fundo do Mar.
Essa eu ia cantar todas as partes. Caímos dentro com tudo.
Bem engraçado você ir parar na cadeira de quem é dirigido após tanto tempo dirigindo pessoas. É muito estranho…pq vc consegue perceber tudo o q é erro que está tão treinado a apontar. Mas ao mesmo tempo é muita coisa pra focar de uma vez só. Bem difícil e muito excitante.
No meio um mic parou. Um tempinho pra aarrumar. Boring.
Não foi rápido não. Mas terminei o dia com a música pronta. Toda. Não falta nada. É a segunda música do disco a ficar pronta.
A voz ia e voltava com o passar do tempo. Não me fazia de rogado e gastava mesmo. O grave me impressionou. Não me deixou na mão nem por um segundo. São os benefícios de ter 16 anos
.
Pra uma música pop, fizemos um final bem anti pop. Talvez seja válido fazer um final careta pra quando a gente for fazer playback no Chacrinha.
A agendinha de shows está crescendo. Banda feliz.
bjos a todos
Seu Madruga
diz que tem show no último final de semana de fevereiro, diz!
vai ter sim
foto 5 = idêntico ao seu madruga ou algum outro velho de uns 60 anos. hehehehe
boa sorte aí
não gosto de shows do Eskimo quando a Carol viaja. =/
vamos empatar! =D