desordem
Totalmente fora de ordem cronológica, e muita idéia solta.
#1
É muito bom ter uma pessoa tão em sintonia com vc. Eu não canto bem, mas estudei um pouco e posso reparar em muito detalhe e apontar caminhos. Cauê além de muito talento, estudou e trabalhou bastante. Além de ter uma natureza muito “esponjosa”. Aprende muito rápido.
E a comunicação que tenho com ele é muito fácil e transparente. Ele realmente entende muito o que eu explico e procuro, e consegue dar o toque dele. Transformar e melhorar.
#2
Eric Kendi. Tenho muito pra falar dele, mas vou tentar ser breve.
É uma nova amizade, mas que veio muito forte. Um sujeito realmente parceiro. Além de um baixista excelente. Muito orgulho de ver cada passo da evolução dele como músico.
É um privilégio REALMENTE INDESCRITÍVEL trabalhar com ele. Além da enorme paciência, alto astral e cia que ele traz, uma coisa realmente foi uma surpresa.
Ele tocando baixo (e tendo um ouvido de baixista) pode tocar as linhas que vou gravar enquanto ajeito o som do baixo, efeitos e amplificador (ou prés).
Isso te traz a possibilidade de se preocupar com apenas 1 coisa (pelo menos 1 de cada vez). Já que ninguém pode dar mais que 100% numa coisa. Assim posso focar em tirar 100% do timbre.
É uma coisa que eu ouvi que foi feita no Amputechture do Mars Volta. O Omar dirigia tudo e o John Frusciante executava muita coisa.
Hoje eu gravei as partes que faltavam do baixo de Cavalo de Fogo com meu Super-J. Deu pra testar tudo o que era opção de pedal, chegando ao absurdo de as vezes usar 4 ao mesmo tempo pra chegar no som que eu procurava.
Também fizemos um baixo com efeito pra À Deriva. Outro dia tentamos em vão, mas hoje chegamos bem perto. Ficou esse mesmo. Dessa vez com o Benigno, que está pedindo pelo amor de Deus por cordas novas. Parece um arame farpado.
Também fizemos a dobra da guitarra de ebow com os teclados, em Bipolar. Ficou bem perto do esperado.
#3
Botei algumas coisas de piano acústico em Canção para os Amigos. Afinei a porra do piano um dia, e no outro já estava um pouco desafinado. Que merda. Ficou assim mesmo.
Ouvindo Dixie Chicks, achei que seria uma boa idéia. Sempre bate o medo de estar jogando elementos demais, mas qualquer coisa a gente lima na mixagem.
#4
Umas meio Cowboy James Bond pra Bipolar.
Gravei tudo pra Botões com o Vox do Griva. Na falta de um Uni Vibe, fiz com o wah wah e ficou ótimo. Som de coisa velha. E ficou ótimo, pq de alguma maneira isso fez com que o som realimentasse a pickup da Harmony Bobkat e quanto mais tempo eu deixava soar a nota, mas uma leve microfonia crescia. Muito bom.
O resto fiz com a Strato e meu querido pedal de reverb, que consegui queimar uns dias depois. Desatento liguei numa fonte errada. (Ái que burro! Dá zero pra ele!)
#5
Champito veio aqui e gravou o orgão de Dama de Honra. Era um pedaço tão pequeno que ele deve ter achado um desperdício trazer o Tokai gigante dele até aqui pra fazer aquele pequeno trecho. Tadinho. Mas ficou muito bonitinho. Tosquinho e fofinho.
#6
Acho que não vamos conseguir a meta de ter tudo gravado até o final de fevereiro. Tudo bem. Está ficando bonito. Com calma, refazendo o que não nos deixa satisfeitos.
#7
Vários shows em Março. Temporada em Botafogo. Cada dia um show diferente, tocando algumas coisas diferentes, e experimentando outras. Em Abril e Maio deve rolar shows em BH e SP. Veremos.
Sem mais



cowboys rules
bjss
disperdício – desperdicio
que diário imenso.
não desperdiçou nada!
bjs