Diário de Bordo

primeiro amor

4 músicas prontas pra serem mixadas.

1 4 da treble…2 FOR THA BASSSSSSS

Gravei baixo pra Botões. Verso com o Gibson véio com cordas flat. Refrão com 500 Bass synths. Final retardado com 500 notas por segundo, com o Spector.

Eric deu apoio moral. Ficou bem stylee.

Essa era a tal música com baixo Bjork, guitarra Frusciante, e bateria Kudu. Acabou que não ficou nada disso. Sei lá o que ficou. Bem diferente, e a maluquice dando o contraste ao vocal super calmo, aveludado.

Tentei um teclado pra intro, mas tudo ficou “chacota”.

G String Finale

Segundo e último dia de cordas.

Pedrinho Mibielli, o violinista mais requisitado do Rio de Janeiro veio finalizar suas partes. Gravou as partes de violino, viola e celo com o pé nas costas.

Pausa pro almoço. Algumas modificações nas partituras e de volta ao trabalho. Visita do Parceiro Leo Planar.

Assim como uma certa mágica aconteceu comigo, ao gravar os baixos e baterias, o mesmo aconteceu com ele. Seria a mesma coisa com gravar alguma coisa com alguém que você conhece muito bem, talvez um irmão gêmeo, ou com o E.T. (porque ele sente tudo o que o outro sente)

Todas as inflecções, erros, respiradas, intenções, são feitas em harmonia, juntas.

Os arranjos do Vitu estão lindos, e os meus funcionaram como deveriam.

Hoje fui um pouco mais tradicional. Usei o B4 pra captar de perto e um 414 pra sala.

Ainda deu tempo de fazer umas frases com o bandolin (Pois é, o Pedro também toca bandolin) pra Bipolar.

Terminamos as cordas de À Deriva, e fizemos as de Canção e Homem ao Mar.

Finito.

PL

Tapando buracos.

Então. Acabou que eu mesmo fiz a guitarra da estrofe e o tema de Grande Crima. No Griva. Com a H44. Magavilhosa.

Ligamos no cabeçote “Rei da Solda” dele, e pasmem, numa caixinha micro de um som da Sony. A mais tosca possível. Assim chegamos no nosso som tosco. Tocada sem palheta. Claro. Coisa de macho.

Ainda botei um barulho de telefone pra balancear frequências no stereo.

Amanhã tem gravina de cordas? Não sei.

G String #1

Finalmente.

Primeiro dia de gravação de cordas.

Tudo foi feito pelo Pedrinho Mibielli. Em geral a função de um quarteto. Primeiro e segundo violino, viola e celo. Mas algumas poucas músicas tem arranjo para quinteto.

Ele chegou na região da viola adaptando a afinação, e fez as partes de celo com um violino elétrico maluco, com cordas graves.

Usamos microfones pouco convencionais pra fazer cordas. O Blue Bottle com capsula em Omni, como um Neumann M50, e um Mouse.

Fizemos 2 músicas e meia das 5 que tinhamos pra fazer. Fizemos a Curva, Botões e uma parte de À Deriva. Pedro já estava morrendo. Tiramos a pele dele hoje, mas ele sempre continua mega disposto e bem humorado. Fez umas mudanças nas partituras de celo que estavam na clave de Fá, e lutou contra os arranjos do Vitu. Extremamente agudos, difíceis de afinar. Ele mandou muito bem na guerra.

As cordas sairam maiores do que eu imaginava. O que imagino ser bom, mas preciso repensar como isso funciona nos arranjos. Tudo com uma cara de Marcha Imperial do Guerra na estrelas. Bem grandioso.

Moral do episódio de hoje. NENHUMA máquina chega perto de reproduzir pessoas tocando cordas.

Em teoria a novela continua na segunda.

Dna Zica

Semana Zicada…   bolos e mais bolos.

Hoje gravei o refrão de Grande Crime com uma Tele 61 e um AC30. Rollins Stones total.

O rapaz que ia fazer os versos acabou que não foi.

É a vida. Depois o maluco explode e todo mundo diz que ele é carrasco.

:P

Dama

Botei mais uns detalhes de teclado no final de Dama. Com o Polisix do Champito.

Matamos. Está pronta. Mais uma.

PL

P.S.: As partituras dos arranjos de cordas pras 5 músicas já estão impressas e esperando o violinista mais atarefado do mundo.

Ouvindo Calle 13

Na falta do Moog…

…usamos um excelente e mega interessante Polisix da Korg. Super antigo e adquirido pela bagatela de R$90.

Champito fez seu solo indie feliz a la Weezer no final de Dama de Honra, com terças devidamente encomendadas.

Hoje eu fiz a parte de Cavalo de Fogo.

boy toy

Marcio Segan, nosso convidado para o próximo domingo, gravou guitarras pra Grande Crime hoje.

Mooger Fooger e Phaser no especial, drive no refrão. Gravados com a Bobkat.

Não sei se o refrão valeu. o alto que o som das janelas balançando vazou no microfone.

Preterido

Então. O Moog fantástico que seria emprestado, não foi.

Tudo bem.

Hoje matei as guitarras de Bipolar. Frusciante Stylee segundo o Eric. Incubus stylee segundo eu mesmo.

Strato Paisley no Ac-30. Royer 121 + B6.

Tentei fazer o teclado final de Dama. Sem sorte.

MAS…    … fiz tudo de teclado e efeito de Grande Crime, e da Curva.

Coisas estranhas e divertidas. Os meninos certamente vão estranhar. Ótimo. Assim como os puristas entusiastas do EP.

Balanço parcial.

A Curva – Falta segunda voz.

Grande Crime – faltam umas guitarras.

Dama – falta teclado no final.

Cavalo de Fogo – Faltam alguns teclados.

Bipolar – Falta bandolim e um elemento surpresa.

A gravação de cordas foi adiada novamente. Passou pra terça que vem. Será? Úi.

PL