E A BATALHA CONTINUA!!!

Dia 15/02 – Seg (14:00)

 Indo pro Patrício gravar, editar, etc!!

Ao chegar, uma “surpresinha”!!!  VAMOS PRO BLOCO, no Centro do RJ??? (indagava Tricko)

Não tive como recusar!!..hehehe ..Mas, enfim… É melhor pular essa parte!! FOI BOM PRA CARALH!*&(*#!! Patrick tirou onda na bateria do Bloco, primeiro tocando “caixa” e depois “chocajo”…rs   Me diverti à vera também!! Um dia que era pra ser de muito trabalho, tiramos uma “folga” pra pular Carnaval! Mais que merecido!!

Mas, acabou a moleza e no dia seguinte foi só trabalho!!

Dia 16/02 – terça-feira

Acordamos nem tão cedo.! Mas, prontos pra adiantar as coisas.! Gravei voz de Botões …. que por sinal, ficou bem legal!! Editamos algumas coisas guitarras e baixos, mas o PC não tava ajudando muito dessa vez.!

A fome ia apertando e então decidimos ir comer algo!! JAPONÊSSS!!!…Bom demais!! À noite caía enquanto voltávamos pra casa !! ….A noite é uma criança!!… Grande e feliz.!!.. J ;P

Dia 17/02 – quarta-feira

UM DIA MUUUUITO PRODUTIVO!! Nessa quarta-feira de cinzas uma música crescia, como uma criança em desenvolvimento!! Criava forma!!

BIPOLAR!!

Era uma coisinha pequena e foi tomando proporções absurdas, podendo até ser considerada uma das mais Top’s do Disco.!! Minha opinião, é claro!!! ….Antes de gravar a voz, editamos algumas Guitarras, Baixos, EBOW e etc!! …Primeira vez que cantava a letra “original” dessa música!! Foi massa… tudo mto bom!! Já se passavam das 22h !! Minha família já sentia minha falta.!hehehe… É chegada a hora de partir! ….Volto pra casa muuuito feliz por mais uns dias de trabalhado !!! ….E é claro, um de curtição!heheh

Bjs

C.Nardi (sumido!)

Eu não odeio esse disco. Na verdade eu o amo.

Mas odeio o quanto ele me desgasta, me consome, me enfraquece.

Conflitos #2

Eskimo (participação Marcio Segan e Sabrina Sanm)

Destemido Walace

Marya Bravo

Tira me a las arañas

Fernando Aranha.

Guitarrista. Pacato.

Conheço o Aranha faz anos. Desde que meu amigo Bernardo Fonseca começou a gravar um disco solo que nunca saiu.

Era o sujeito mais calmo e meigo da Terra, e nada poderia ter me deixado mais feliz que ver seu ingresso no Engenheiros. Aranha tocou comigo no Tom Bloch e pude conferir de perto que ele é do tipo de guitarrista que eu aprecio. Os guitarristas “não guitarristas”. Minimalista, com gosto para texturas, não esporrento, elegante e fã de Frusciante.

Ele teve o desprazer de ser incubido da música mais difícil do disco. Não por ser virtuosa nem nada, mas é uma música de 8 minutos completamente maluca, cheia de partes, e com uma harmonia um pouco tensa e complicada. Se chama À Deriva. É uma música bem antiga, que chegamos a gravar pro EP com uma outra cara, mas que acabou não entrando, e morfou pro que estará no disco. É um acesso de raiva que tive de um dos meus melhores amigos, que certamente não vai saber que a letra é pra ele.

Na primeira reunião com o Aranha, levei a faixa e umas referências. A princípio ele não entendeu nada (nada mais razoável) e gostou das referências. Ele também trabalha com trilhas e é um entusiasta de cinema, então era quase óbvio que ele abraçaria a idéia de Tom Waits e afins. Expliquei mais ou menos o que queria em cada parte, e deixei pra ele fazer sozinho, no seu tempo, e depois me mandar o rascunho por email.

Uns meses depois recebo o primeiro take. MUITO ESTRANHO. Hoje sei que isso é muito bom, mas estranhei muito. Não era o que eu esperava, e levava a música pra outro lado. Relutei um pouco com isso, mas as idéias eram realmente bonitas. Luta de ego. : (

Acabou que até mudei uma parte da melodia de voz pra que a guitarra pudesse permanecer intácta.

Fiz as correções de harmonia e pedi pra ele fazer os ajustes.

Meses e mais meses depois chegou o dia de gravar.

Chegou todo simpático e disposto como sempre. Trouxe sua Telecaster, um Fender HotRod e sua pedaleira com 500 delays.

Tirou um som limpo muito bonito mesmo, e matou rapidamente quase toda a música, fazendo uns ajustes de ultima hora a uma harmonia que havia sido modificada a pouco tempo. O som cristalino, cheio de delays, harmonicos e echos tomava a sala. Captamos de perto e do mezanino, que conseguiu pegar a amplitude daquele som. Royer 121 pra perto, C12 pro ambiente.

Gravou alguma coisas com minha Strato Paisley, e uns gritos de guitarra super abafados com BigMuff. Meio Queens, ou sei lá.

Acho que foi isso. Falta pouco de guitarra pra matar essa música…

PL

Coisas e mais coisas

Ainda meio perdido com o site novo. Mais complicado de mexer.

Perdi o fio da meada do processo de gravação, então talvez publique coisa um pouco fora da ordem cronológica.

Estou fazendo os baixos como planejado. As coisas limpas e com efeitos em casa, enquanto a maior parte dos distorcidos fazendo no Griva. Mesmo sendo ele um cara muito amigo meu e sempre me deixando a vontade, gravar em casa não tem preço. É um privilégio muito grande que infelizmente só nesse ponto da minha vida eu fui descobrir. Talvez porque só agora eu tenha um equipamento capaz disso.

Aqui em casa eu toco mais pra trás do beat, com a pegada mais próxima de como toco ao vivo, e com uma referência de som completamente conhecida por mim. E quando posso contar com o Eric Kendi como assistente, o pacote fica completo.

Estou gravando basicamente com 3 baixos, e poucas coisas com outros.

#1 O Prima da Dingwall, que está com as cordas totalmente velhas, o que contribui muito pro som ficar velado e comprimido. Estou usando pras coisas limpas, mais RnB, mais “normais”. E funciona muito bem com efeitos tmb.

#2 O Dingwall Super J. Mesmo tendo o braço mais fino do mundo, e ainda sendo meio estranho pra mim, ele tem um grave maior que o dos Precisions, e um bom ataque. Está fazendo o som mais rock.

#3 O Spector. Pra coisas extremamente agressivas ou slap.

Mas já rolou takes de Precision e com o Gibson Triumph pra uma parte reggae/dub.

Gravando em casa com um Combo Ampeg  Transistor 15″, microfone C12 indo pro pré da API. e um sinal direto indo pro Vintech. A divisão é feita num DI U5 da Avalon.

No Griva com o cabeçote Eden WT800 e a caixa 6×10″ UL2 da Epiphani. Com um mic AKG D112.

Acho que os baixos já devem estar 60% prontos. Fiz o final de Bipolar no Griva, com o Spector e o Micro POG. Refiz em casa Dama e Homem ao Mar com o Dingwall 5. Fiz os baixos de Bipolar com ele também. Mega feliz com o resultado. Timbre Jamiroquai comendo solto.

Introdução de À Deriva com o Jazz Bass, com um efeito estranho, que pra variar vão achar que é teclado. E fiz Cavalo de Fogo (parte) com o Super J, com um pedal de guitarra de Voodoo Labs e um oitavador.

Vamos voltando a postar aos poucos.   Hum…agora o site tem agenda. E em breve terá as letras.

Boas coisas

PL

Conflitos #1

Eskimo (part. Pedro Veríssimo)

+ Luisa mandou um beijo

+ Cabeza de Panda

Novo Layout

Então. Esse é o novo layout que o Ric fez.

Tivemos que mudar o site de plataforma e ele aproveitou pra dar um novo rosto a ele, enquanto o disco não fica pronto.

Ainda não sei mexer nas novas ferramentas, então pode ser que demore um pouquinho a tudo estar atualizado. Posso dizer que as vozes principais do disco estão quase prontas. Faltam 4 pra fazer.

Alguem conhece a Juliana Diniz? Quero muito chamar ela pra participar de uma faixa? Será que ela topa?

PL

Pianos e espíritos


As coisas andam carregadas.
Não vou me estender pq quem não acredita vai achar um besteirol.
Mas está um tal de acender/ligar apagar/desligar coisa sem parar. Gente recebendo mensagem em sonho. Barulhos aqui e ali.

Rolou o micro milésimo que faltava da guitarra de Curva. Pode-se dizer que as guitarras e o baixo dela estão prontos.

Piano. Homem ao Mar + À Deriva.
Acho que as 2 letras mais pesadas e densas do disco.
Clima estranho. No caso ajudou a soar em seu lugar.
Acho que a foto diz muito.

Nuevos Conciertos



Dia 24 de janeiro, domingo, o Eskimo faz show no Teatro Odisséia com as bandas R.Sigma e Planar.
Para informações e botar o nome na lista:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=953676&tid=5423258395837954098&start=1

Dia 29 de janeiro, sexta feira, o Eskimo toca na Planet Music em Cascadura. Outros nomes na mesma noite são Re-Volt e Los Djangos.

Dingwalling #2

Mais baixo.
No Griva cedinho…fizemos Homem ao Mar quase toda, e o que faltava na Curva.
Tudo no Eden WT800 na 6×10 Epifani.
Dessa vez incluímos um AKG D112 na jogatina. Um pouco mais brilhante que o Mouse, que também usamos.
Os prés da API dele já estão em ordem. Difícil segurar o Griva de apertar o Pré ao Máximo e distorcer tudo. Realmente o pré é muito bom mesmo.

Dessa vez os canal de linha não soou tão bem quanto os amplis.

Ambas foram gravadas bem rapidinho. Sempre esquecendo pedaços do arranjo e fazendo direito no take seguinte.

Ambos concordamos que Homem ao Mar tem muita nota nos versos. Vamos ver o que eu consigo fazer pra melhorar a situação. Talvez mutar alguma coisa.

Sobre as mudanças da versão do EP. Começou a música….e logo no tema o griva pergunta:
“Essa porra virou música regional?”

É o tipo de frase que me preocupa. Nada contra música regional, mas se é pra ser regional no Eskimo, que seja de Cuba. Enfim, acho que no final das contas ele gostou mais dessa versão.

Gravei com o Prima de 5 cordas da Dingwall.
Não. Ainda não troquei as cordas.
Sim. Dói tocar nelas.
Não. Não tenho medo de pegar tétano.
Sim. Pode acontecer.

Refizemos algumas coisas da música com o Super-J Preto da Dingwall, e aproveitamos o baixo pra matar a Curva. Faltavam os refrãos, prés, e o começo do especial.

O baixo não soou tão bem com o R.Sigma, mas hoje ele estava realmente lindo. Deve ter gostado que apelidamos ele de Marcus Miller. Corda nova….sendo espancado. Timbre entre o Incubus do Crow left of the murder e Beastie Boys.
Não rolou o cabeçote valvulado. Fica pro próximo disco.

Falta pouquinha coisa de Homem ao Mar. Baixos com efeito. Faço em casa com calma.

Cheguei em casa e tinha um pedalzinho novo me esperando. Chegou o Micro POG que eu tinha encomendado. Ainda a tempo de entrar no disco. U HU.

Uma hora conto a saga do piano de parede que ganhei semana passada. Varias histórias ridículas das frustradas tentativas de transporte.

Domingo tem show. Só amigos. Devia levar a churrasqueira.
Boas coisas
Bigode